domingo, 3 de junho de 2012

EU FUI ORAR


Eu fui orar no momento da intercessão no culto da igreja e uma pequena borboleta voou do púlpito na hora em que me aproximei.   Depois ela veio   e  ficou no chão, perto de mim, durante uma parte do culto e então voou.
Achei muito singular para ser apenas uma coincidência e comecei a pensar o que Deus estava querendo me falar.

Deus me falou que a oração nos faz “voar” para o seu trono santo e lá adorá-lo e sondar o seu coração para nos direcionar em como devemos orar; Deus me falou que a oração nos liberta dos nossos sentimentos mesquinhos e limitados e nos faz querer o que o Senhor quer; Deus me falou que a oração gera o arrependimento por nossos erros e pecados e nos faz buscar o perdão em Jesus e sermos livres do domínio do mal.

Deus me falou que quando oramos, ainda que as pessoas queiram prender os nossos pés, ele nos faz andar nas alturas; Deus me falou que orar é deixar livre o nosso ser para que possamos  ouvir a sua voz e receber a sua direção para a vida; Deus me falou que a oração move a sua mão para nos abençoar e renovar os nossos tempos e sonhos.

Deus me falou que orar e exercitar a nossa fé nos faz dar o salto do racional para o sobrenatural e colocar em prática todas as teorias em que somos especialistas; Deus me falou que quando oramos pelas pessoas nos libertamos de mágoas e ressentimentos e exercitamos o amor; Deus  me falou que buscar a sua face é desejar a sua intervenção em nossa história e dar-lhe liberdade para agir.

Deus me falou que quando oramos deixamos o nosso egoísmo e prepotência para trás e nos submetemos humildemente ao seu querer;

Deus me falou que orar significa nos libertarmos de nós mesmos e voarmos em caminhos novos e surpreendentes; Deus me falou que orar é o caminho para experimentarmos o seu amor e a sua graça que renovam as nossas forças e esperança.

E, por fim, Deus me falou que a oração nos liberta das nossas limitações humanas e terrenas e nos leva ao céu, onde ele está, com todo o seu ilimitado poder.
(Pra. Zenilda Reggiani Cintra, publicado em OJB, 27maio2012)

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